sábado, 5 de março de 2016

Macaquinha

Num pardieiro daqueles a cheirar a chulé e a cu por lavar há 15 dias, referem-se, entre outros, a mim (sim serviu-me a carapuça na prufeicao) como macaquinha amestrada que segue a treinadora cegamente em busca do amendoim (não está escrito desta forma que o dom da palavra não se lhes assiste, isto sou eu a inbentare)
Pois a vós que cagais postas de pescada em canastra alheia e nem uma triste sardinha sabeis amanhar, somente estas palavras vos consigo dirigir de tão embargada que se me está a goela: ide comer um cagalhao! (E não vale a pena vir dizer que cagalhao é com til que eu estou a escrever no telemóvel e ele não reconhece esta palavra de merda sim?)
Falar sem conhecimento de causa e julgar que sabemos muito, é feio, ridículo e torna-se motivo de chacota para os verdadeiros protagonistas. Nunca sabemos quem está do outro lado, nem lhe conhecemos a história por completo. Cada um mostra o que quer. Eu por exemplo mostro as mamas que são o maior atributo.
Posto isto, que vossos paizinhos se fartaram de vos tentar meter na cornadura à força toda sem sucesso algum, dado o vosso intestino estar desviado para o sítio onde supostamente deverieis ter o cérebro, só me apraz repetir-vos: ide comer um cagalhao (para alimentar a vossa inteligência, sim eu explico que sou amiga dojanimais).

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Podem botar faladura à vontade (mas não à vontadinha ok?)