A minha sogra esteve internada 5 semanas.
Regressou.
As minhas férias acabaram mas ainda não fui férias.
Libelinha, destrambelhada, com um tasco que é seu, mas onde não está, mãe de duas estrelinhas e sempre com muito por fazer.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Eu sei nadar
Tenho tanta fobia ao mar, às ondas, à sua força desmedida, à sua capacidade de nos engolir e de nos levar para sempre, que mesmo perante vídeos supostamente engraçados, a minha respiração pára; o ar falta-me; os demónios da morte por afogamento assolam-me.
Detesto o mar.
Fujo da praia.
As parias do norte são um terror para mim e desde que fui mãe a coisa piorou, muito.
Detesto o mar.
Fujo da praia.
As parias do norte são um terror para mim e desde que fui mãe a coisa piorou, muito.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
Sobre os (meus) avós
Infância conturbada pela figura da sogra (da minha mãe), não foi doce nem fácil de digerir.
Deles, ficou apenas isto: "gostava imenso do meu avô paterno. ele fazia desenhos comigo quando chovia e eu não podia ir brincar para o pátio." daqui.
Encosta-te a mim
O facebook diz-me que Agosto é o mês do aniversário de cerca de 40 pessoas a quem estou ligada.
O mês mais preenchido nestes festejos
Outubro tem sido frio, muito frio.
O mês mais preenchido nestes festejos
Outubro tem sido frio, muito frio.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Casa de ferreiro
A empresa onde trabalho instala aparelhos de ar condicionado. Domésticos, industriais, murais, por conduta e tudo e tudo.
Está um calor de morrer, tipo 39 graus
O meu gabinete é xpto e com pé direito muito baixo.
Está um calor de morrer. 39 graus, já disse?
Eu estou a destilar e a gripar da mona
A empresa onde trabalho instala AC.
E está calor. muito calor.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
mini me
Tenho uma visão muito minimalista da vida, do amor, da amizade, de quase
tudo, confesso.
Não sou de rodeios nem de floreados. Não sou ponderada a bem da opinião alheia, a bem dos sentimentos alheios sim, nada mais para além disso.
Calo-me (e bem) muitas vezes, tendo sempre presente a velha máxima: não tens nenhuma mais valia a acrescentar ao assunto, cala a puta da matraca.
Estes dias questionaram-me o seguinte: mas porque falas assim? Porque escreves assim?
Ora, eu falo assim, e escrevo tal como falo, porque de facto eu sou assim.
Ohhh. É triste, não é? Pois, acredito que sim; acredito que seja uma desilusão. Que fosse espectável eu estar a tentar ser engraçada, rude, elefante, só para ser giro, só porque sim, para ter piada e para ter palco, mas que em privado fosse "morninha*". Ser assim é muito pobre, muito básico, muito intuitivo. Olha a gaja fala assim e é mesmo assim. Fraquinha, tadita.
E para piorar um bocadinho mais o cenário (sim, eu escrevo bocadinho porque digo bocadinho; sei sinónimos e o Google também, mas não sou escritora): eu vivo assim. Eu educo assim.
E só escrevo esta merda que aqui vai, não porque me espante a pergunta ou a indignação, antes sim, porque tenho a certeza de que não sou diferente de (quase) toda a gente que conheço. Não sou a ultima borbulha na garrafa da coca-cola, não sou nem mais nem menos, do que os polidos de profissão. Simplesmente deixo sair o que a eles lhes mói na alma e lhes corroí a dentadura.
Só não tenho vergonha de ser simplória, só não procuro mostrar mais do que o que vai cá dentro, só não floreio o amor e o ódio, esses sentimentos transversais aos fofos e aos broncos, mas que contidos e feitos render, são tão mais aprazíveis.
*Uma "morninha" é uma pessoa que vive em lume brando, que nunca aquece, que nunca arrefece, simplesmente, está.
Não sou de rodeios nem de floreados. Não sou ponderada a bem da opinião alheia, a bem dos sentimentos alheios sim, nada mais para além disso.
Calo-me (e bem) muitas vezes, tendo sempre presente a velha máxima: não tens nenhuma mais valia a acrescentar ao assunto, cala a puta da matraca.
Estes dias questionaram-me o seguinte: mas porque falas assim? Porque escreves assim?
Ora, eu falo assim, e escrevo tal como falo, porque de facto eu sou assim.
Ohhh. É triste, não é? Pois, acredito que sim; acredito que seja uma desilusão. Que fosse espectável eu estar a tentar ser engraçada, rude, elefante, só para ser giro, só porque sim, para ter piada e para ter palco, mas que em privado fosse "morninha*". Ser assim é muito pobre, muito básico, muito intuitivo. Olha a gaja fala assim e é mesmo assim. Fraquinha, tadita.
E para piorar um bocadinho mais o cenário (sim, eu escrevo bocadinho porque digo bocadinho; sei sinónimos e o Google também, mas não sou escritora): eu vivo assim. Eu educo assim.
E só escrevo esta merda que aqui vai, não porque me espante a pergunta ou a indignação, antes sim, porque tenho a certeza de que não sou diferente de (quase) toda a gente que conheço. Não sou a ultima borbulha na garrafa da coca-cola, não sou nem mais nem menos, do que os polidos de profissão. Simplesmente deixo sair o que a eles lhes mói na alma e lhes corroí a dentadura.
Só não tenho vergonha de ser simplória, só não procuro mostrar mais do que o que vai cá dentro, só não floreio o amor e o ódio, esses sentimentos transversais aos fofos e aos broncos, mas que contidos e feitos render, são tão mais aprazíveis.
*Uma "morninha" é uma pessoa que vive em lume brando, que nunca aquece, que nunca arrefece, simplesmente, está.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Calem esses cabrões
Todas as pessoas que têm acesso às redes sociais, têm acesso, nem que seja por "terem um gosto" na página da revista maria - secção de perguntas e repostas mais desconcertantes do mundo e arredores - ou na página da fofoquices do correio da manhã, às informações sobre atentados. Não é a nossa partilha que lhes vai acrescentar conhecimento de causa, que os vai informar.
Não partilhem merdas destas; não dêem publicidade a estes cabrões; parem a publicidade gratuita que eles tanto querem, pela qual eles tanto se esforçam; insultem-nos; roguem-lhes pragas; fodam-nos se algum se cruzarem com eles; mas por favor parem de lhes dar palco.
O silêncio não implica que não tenhamos medo, que não nos revoltemos, que não nos preocupemos com esta barbaridade nem com as consequências que daqui advêm, ou que não tentemos escamotear as possíveis causas para este desagregar à vida com que estes cabrões nos presenteiam, antes sim, que nos opomos a dar-lhes colo, a dar-lhes nome.
Mas isto sou eu, que somente escrevinho merdas avulso neste diário on-line e não sou uma escritora, senão escreveria um livro.
As lágrimas choradas em (para o) público não têm mais valor dos que as choramos no silencio das nossas casas, nos peito das nossas famílias.
Não partilhem merdas destas; não dêem publicidade a estes cabrões; parem a publicidade gratuita que eles tanto querem, pela qual eles tanto se esforçam; insultem-nos; roguem-lhes pragas; fodam-nos se algum se cruzarem com eles; mas por favor parem de lhes dar palco.
O silêncio não implica que não tenhamos medo, que não nos revoltemos, que não nos preocupemos com esta barbaridade nem com as consequências que daqui advêm, ou que não tentemos escamotear as possíveis causas para este desagregar à vida com que estes cabrões nos presenteiam, antes sim, que nos opomos a dar-lhes colo, a dar-lhes nome.
Mas isto sou eu, que somente escrevinho merdas avulso neste diário on-line e não sou uma escritora, senão escreveria um livro.
As lágrimas choradas em (para o) público não têm mais valor dos que as choramos no silencio das nossas casas, nos peito das nossas famílias.
Report day3 (#falsamagra)
..............
Ainda não recuperei da tareia emocional que levei.
............
Aguardo o rearme do meu discernimento emocional (e já agora, se for possível pararem os sonhos com as miúdas, o meu cérebro agradece sim?)
Ainda não recuperei da tareia emocional que levei.
............
Aguardo o rearme do meu discernimento emocional (e já agora, se for possível pararem os sonhos com as miúdas, o meu cérebro agradece sim?)
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Quando eu for grande
Quando eu for grande será que me tornarei na "Senhora M."?
Estava eu a fumar o belo do cigarro à janela do estaminé quando vejo a vizinha do armazém ao lado, vinda da espreitadela diária à caixa do correio, naquele vestido típico de "Senhora".
Penso: mas que idade terá ela? 50 e tal? 60? ó pá foda-se! estou quase lá. Mas que caralho de roupa é aquela?
Hum...
Equaciono-me se precisarei de outros 40 para chegar àquela indumentária, uma vez que, volvidos os primeiros 40, ainda me apresento ao trabalho nesta figura:
Estava eu a fumar o belo do cigarro à janela do estaminé quando vejo a vizinha do armazém ao lado, vinda da espreitadela diária à caixa do correio, naquele vestido típico de "Senhora".
![]() |
| Para que não hajam dúvidas, esta é "A Senhora" |
Hum...
Equaciono-me se precisarei de outros 40 para chegar àquela indumentária, uma vez que, volvidos os primeiros 40, ainda me apresento ao trabalho nesta figura:
![]() |
| E esta triste, sou eu. |
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Há festa na minha aldeia
A mai'nova faz anos este final de mês.
Ontem ao jantar o tema de conversa foi a sua festa de aniversário com os colegas da escola.
A miúda tem mau feitio e é, por natureza, uma pita chorona daquelas de fazer levantar o único pelo púbico que nos resta após uma hora de tortura na Lili dos pelos.
Por sua vez, a mãe da miúda, dizem, é uma carga de mau feitio só, não saindo a desgraçada às pedras da calçada como canta o caralho do ditado popular que toda a gente teima em relembrar ao mínimo queixume dos papás da criatura.
No seguimento do pragmatismo da mãe, que não a deixou ir a festas de aniversário em que nem todos os amiguinhos da sala tinham sido convidados, e por cá é assim, ou se concorda ou se salta fora, simples, diz a cahopa, do alto do seu douto conhecimento sobre o mundo, o seguinte:
- por mim, fazia cá em casa MAS! espera mãe, não te passes que ainda não terminei! como somos muitos, somos 26 na sala e ai d'eles que não venham todos, decidi (adoro as decisões da minha filha pá! ela manda e parece que os morcões dos velhotes nem têm direito a opinar, tipo: senta, deita, rebola) que quero a minha festa num parque! E que nem se atrevam a não vir! Eu vou fazer noutro lado para que possam vir todos, porque não se pode não convidar todos, e se eles não vêm, eu vou-me chatear a sério mãe! ouviste? Mesmo a sério! até sou capaz de lhes dar uma chapadita! só uma chapadita, não é nenhum chuto ou espetar os dedos nos olhos ou assim. Até porque, eu faço tudo para que nenhum deles fique de coração apertado, por isso, ouve bem mãe, por isso eles que não se atrevam a magoar o meu coração, senão... olha senão, é o que sair.
Lá levou com o sermão de não violência e coiso e tal, mas apesar de ter ficado zangada comigo por não ter ido à festa de alguns amigos, parece que consegui passar a mensagem. Compensei-a, confesso. Não com bens materiais, mas compensei.
Ela não foi a algumas festas porque eu não deixei. E não deixei, nem deixo quando nem todas as crianças são convidadas. Não há guita, não se faz festa. Simples. A minha filha só teve festa o ano passado, até lá não houve guita. Não houve guita, não houve festa. Não facilito quando há crianças magoadas em consequência da pobreza de espírito dos papázinhos, para isso já basta a merda que fazemos inadvertidamente.
Ontem ao jantar o tema de conversa foi a sua festa de aniversário com os colegas da escola.
A miúda tem mau feitio e é, por natureza, uma pita chorona daquelas de fazer levantar o único pelo púbico que nos resta após uma hora de tortura na Lili dos pelos.
Por sua vez, a mãe da miúda, dizem, é uma carga de mau feitio só, não saindo a desgraçada às pedras da calçada como canta o caralho do ditado popular que toda a gente teima em relembrar ao mínimo queixume dos papás da criatura.
No seguimento do pragmatismo da mãe, que não a deixou ir a festas de aniversário em que nem todos os amiguinhos da sala tinham sido convidados, e por cá é assim, ou se concorda ou se salta fora, simples, diz a cahopa, do alto do seu douto conhecimento sobre o mundo, o seguinte:
- por mim, fazia cá em casa MAS! espera mãe, não te passes que ainda não terminei! como somos muitos, somos 26 na sala e ai d'eles que não venham todos, decidi (adoro as decisões da minha filha pá! ela manda e parece que os morcões dos velhotes nem têm direito a opinar, tipo: senta, deita, rebola) que quero a minha festa num parque! E que nem se atrevam a não vir! Eu vou fazer noutro lado para que possam vir todos, porque não se pode não convidar todos, e se eles não vêm, eu vou-me chatear a sério mãe! ouviste? Mesmo a sério! até sou capaz de lhes dar uma chapadita! só uma chapadita, não é nenhum chuto ou espetar os dedos nos olhos ou assim. Até porque, eu faço tudo para que nenhum deles fique de coração apertado, por isso, ouve bem mãe, por isso eles que não se atrevam a magoar o meu coração, senão... olha senão, é o que sair.
Lá levou com o sermão de não violência e coiso e tal, mas apesar de ter ficado zangada comigo por não ter ido à festa de alguns amigos, parece que consegui passar a mensagem. Compensei-a, confesso. Não com bens materiais, mas compensei.
Ela não foi a algumas festas porque eu não deixei. E não deixei, nem deixo quando nem todas as crianças são convidadas. Não há guita, não se faz festa. Simples. A minha filha só teve festa o ano passado, até lá não houve guita. Não houve guita, não houve festa. Não facilito quando há crianças magoadas em consequência da pobreza de espírito dos papázinhos, para isso já basta a merda que fazemos inadvertidamente.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Done
A propósito deste post apraz-me comentar quanto segue:
- estou viva
- tenho braços (embora não os sinta)
- tenho os pés qual Fiona após o por do sol
- descobri músculos do meu corpo que desconhecia existirem
- os meus dedos mindinhos estão sem pele
- dormi 2 noites seguidas sem me levantar uma única vez para atestar o bucho, tal é o cansaço. Perdi 2 quilos portanto e vou esfregá-los na tromba da brasileira que me tortura no ginásio
- há mouros absolutamente fantásticos
- há tripeiros do caralho
- há gente poucochinha que se compromete e que falha como as notas de mil na minha conta bancária; a eles, que a próxima refeição esteja carregadinha de moncos e que se vomitem até as tripas subirem ao lugar dos seus supostos cérebros (a tripa aloja merda, logo ficará no sitio certo)
- o meu coração ainda palpita sempre que me lembro do que fizemos juntos em 48 horas
- espanta-me a capacidade de superação de um grupo de estranhos apenas com um propósito em comum
Por fim, a derradeira e recorrente constatação: não sou merda nenhuma comparada com as pessoas com quem me cruzo, com quem privo.
Há muito para fazer e farei a minha parte até ser chefe da brigada do reumático.
- estou viva
- tenho braços (embora não os sinta)
- tenho os pés qual Fiona após o por do sol
- descobri músculos do meu corpo que desconhecia existirem
- os meus dedos mindinhos estão sem pele
- dormi 2 noites seguidas sem me levantar uma única vez para atestar o bucho, tal é o cansaço. Perdi 2 quilos portanto e vou esfregá-los na tromba da brasileira que me tortura no ginásio
- há mouros absolutamente fantásticos
- há tripeiros do caralho
- há gente poucochinha que se compromete e que falha como as notas de mil na minha conta bancária; a eles, que a próxima refeição esteja carregadinha de moncos e que se vomitem até as tripas subirem ao lugar dos seus supostos cérebros (a tripa aloja merda, logo ficará no sitio certo)
- o meu coração ainda palpita sempre que me lembro do que fizemos juntos em 48 horas
- espanta-me a capacidade de superação de um grupo de estranhos apenas com um propósito em comum
Por fim, a derradeira e recorrente constatação: não sou merda nenhuma comparada com as pessoas com quem me cruzo, com quem privo.
Há muito para fazer e farei a minha parte até ser chefe da brigada do reumático.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Report day2 (#Falsamagra)
De sexta, passou para sábado, em seguida para domingo. Na 2ªf fiquei encravada no transito e tive (obrigatoriamente) que adiar.
Terça feira foi o dia.
Foi doloroso perceber o meu corpo a tremelicar e sem força para merda nenhuma.
Fisicamente foi fácil. O restante custou caralhos!
Desde que fui mãe, nunca mais este corpinho se exercitou a não ser nas lides diárias e naquela parte coiso e tal da intimidade;e foi este o cenário dantesco que esbocei à PT (coitada, quase enfartava). Ora, assim sendo, ela estudou tudo com muito cuidado e traçou um plano light, basicamente para reumáticos fumadores, que me assentou como uma luva, confesso.
Entre dores musculares e uma vontade enorme de me atirar para o meio do chão, equaciono agora tentar depuralina extra forte e esquecer a actividade física que me cansa imenso (e sim, só lá vão 2 treinos).
A bem da verdade, para já, vejo uma única vantagem nesta aventura: vou certamente enriquecer o meu já extenso léxico de vernáculos cabeludos.
Terça feira foi o dia.
Foi doloroso perceber o meu corpo a tremelicar e sem força para merda nenhuma.
Fisicamente foi fácil. O restante custou caralhos!
Desde que fui mãe, nunca mais este corpinho se exercitou a não ser nas lides diárias e naquela parte coiso e tal da intimidade;e foi este o cenário dantesco que esbocei à PT (coitada, quase enfartava). Ora, assim sendo, ela estudou tudo com muito cuidado e traçou um plano light, basicamente para reumáticos fumadores, que me assentou como uma luva, confesso.
Entre dores musculares e uma vontade enorme de me atirar para o meio do chão, equaciono agora tentar depuralina extra forte e esquecer a actividade física que me cansa imenso (e sim, só lá vão 2 treinos).
A bem da verdade, para já, vejo uma única vantagem nesta aventura: vou certamente enriquecer o meu já extenso léxico de vernáculos cabeludos.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Tá quase... respira!
Começa hoje um novo projecto a par de um outro importantíssimo que entra na recta final esta semana...
A PT diz que sou uma falsa magra (a puta) e vai-me estrafagar os ossos naquelas putas daquelas máquinas horrorosas que mais parecem máquinas de tortura com tanto ferro e cordas e o caralho.
No próximo fim de semana, caso ainda respire e ainda tenha bracinhos para escrever para a posteridade (ou para quando me apetecer desistir), escreverei o que senti em cada uma destas aventuras que se aproximam a cavalgar.
Ainda ontem começamos e dia 2 e 3 estão à porta. E desta vez, até houve tempo para respirar antes da investida final. Parece mentira e assusta, assusta muito a normalidade e o cumprimento de prazos (nota-se muito que estou habituada a andar sempre a mil e com o menino nos braços a cagar entre o milho?)
A PT diz que sou uma falsa magra (a puta) e vai-me estrafagar os ossos naquelas putas daquelas máquinas horrorosas que mais parecem máquinas de tortura com tanto ferro e cordas e o caralho.
No próximo fim de semana, caso ainda respire e ainda tenha bracinhos para escrever para a posteridade (ou para quando me apetecer desistir), escreverei o que senti em cada uma destas aventuras que se aproximam a cavalgar.
Ainda ontem começamos e dia 2 e 3 estão à porta. E desta vez, até houve tempo para respirar antes da investida final. Parece mentira e assusta, assusta muito a normalidade e o cumprimento de prazos (nota-se muito que estou habituada a andar sempre a mil e com o menino nos braços a cagar entre o milho?)
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Foda-se! Mas é que nunca se satisfazem com merdinha nehuma
A internet tem sido palco de linchamentos públicos de atitudes, algumas condenáveis,
a meu ver, mas que pelas quais raramente me pronuncio em publico.
Entendo que, se nada de proveitoso vou trazer a qualquer discussão, me devo remeter ao silencio. E acredito plenamente que todos os deveríamos fazer, evitando-se assim embates e trocas de galhardetes completamente estéreis, cobertos de bolor e a tresandar a mofo. Temos o direito a opinar mas não nos assiste o direito de ofender. Temos o dever de denunciar, mas não de remeter qualquer julgamento vinculativo à praça publica, pois aqui não se decide absolutamente nada, a não ser linchamentos aparatosos e festivaleiros sem a isenção e distanciamento necessários.
Hoje li que o Cristiano Ronaldo (tadinho do moçoilo) doou 600 MIL EUROS a uma instituição qualquer (não memorizei o nome, confesso). Ora, da mesma forma que se condena a taróloga, o José Cid, o Markl, os deputados e todo o chorrilho interminável de anormais que vomitam alarvidades em esguicho há séculos, dever-se-ia aplaudir o moçoilo pela atitude que teve. Mas não. Lê-se de tudo. E eu, que não sou gaja de me espantar com quase nada dado o avanço da idade, fico boquiaberta, fico estarrecida a ler merdas do tipo, não fez mais que a sua obrigação, devia era dar à associação x ou à y.
A sério que este pessoal está assim tão de mal com a vida que nunca tem nada de proveitoso a dizer? Não há um: boa! caralho pá, és o maior! parabéns pela atitude ó morcão!
.....................................
Foda-se! Mas é que nunca se satisfazem com merdinha nehuma.
(e a maluca sou eu, certo?)
Entendo que, se nada de proveitoso vou trazer a qualquer discussão, me devo remeter ao silencio. E acredito plenamente que todos os deveríamos fazer, evitando-se assim embates e trocas de galhardetes completamente estéreis, cobertos de bolor e a tresandar a mofo. Temos o direito a opinar mas não nos assiste o direito de ofender. Temos o dever de denunciar, mas não de remeter qualquer julgamento vinculativo à praça publica, pois aqui não se decide absolutamente nada, a não ser linchamentos aparatosos e festivaleiros sem a isenção e distanciamento necessários.
Hoje li que o Cristiano Ronaldo (tadinho do moçoilo) doou 600 MIL EUROS a uma instituição qualquer (não memorizei o nome, confesso). Ora, da mesma forma que se condena a taróloga, o José Cid, o Markl, os deputados e todo o chorrilho interminável de anormais que vomitam alarvidades em esguicho há séculos, dever-se-ia aplaudir o moçoilo pela atitude que teve. Mas não. Lê-se de tudo. E eu, que não sou gaja de me espantar com quase nada dado o avanço da idade, fico boquiaberta, fico estarrecida a ler merdas do tipo, não fez mais que a sua obrigação, devia era dar à associação x ou à y.
A sério que este pessoal está assim tão de mal com a vida que nunca tem nada de proveitoso a dizer? Não há um: boa! caralho pá, és o maior! parabéns pela atitude ó morcão!
.....................................
Foda-se! Mas é que nunca se satisfazem com merdinha nehuma.
(e a maluca sou eu, certo?)
terça-feira, 24 de maio de 2016
em troca, uma delas ofereceu-nos biscoitos de chocolate mãe!
A mais velha teve furo a uma disciplina qualque hoje de manhã.
Como não tinha nada para fazer, ela e uma colega fizeram a ronda pelas funcionarias da escola que varriam e aspiravam a saber se alguma delas precisava de ajuda.
..........
E eu convenço-me a cada dia que passa que até nem me estou a sair mal nesta tarefa maior a que me prupus.
Foda-se!
Estou feliz.
Como não tinha nada para fazer, ela e uma colega fizeram a ronda pelas funcionarias da escola que varriam e aspiravam a saber se alguma delas precisava de ajuda.
..........
E eu convenço-me a cada dia que passa que até nem me estou a sair mal nesta tarefa maior a que me prupus.
Foda-se!
Estou feliz.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






