quarta-feira, 11 de abril de 2018

Erros de cálculo

O suspenso daqui começa a desaparecer.
Começo a respirar e com muita vontade de tomar notas de tudo que se tem passado até ao mais ínfimo pormenor, para não mais falhar; para que, se de alguma merda o que eu escrevo possa servir, outros não falhem como eu falhei; redondamente!
Eu sou uma mãe sufocada, inquieta, taquicárdica, galinha parideira (tradução = daquelas que, de tão galinha que é, caga ovos a cada 5 minutos durante 24 horas por dia), preocupada (demasiado), mas não sufocante.
Com tanto defeito que tenho, alguma merda de bom tinha que ter, para equilibrar a balança... fui (sou) astuta, rápida de raciocínio e convicta das minhas intuições. Tenho, enquanto Mãe uma intuição em relação às minhas filhas que até hoje nunca falhou e que nunca Me falhou. Sinto-as quando ainda elas próprias não sabem o que estão a sentir.
A mais nova saiu do colégio aos 6 anos para frequentar o ensino básico na escola pública porque a achava dura o suficiente para ir para a escola pública e porque a escola em questão tem boas referências "na praça".
Quando conheci a professora tive um piripaque... acheia-a uma boa merda, mas respirei fundo e bati em mim própria gritando de lá do fundo para o alto do meu miolo: controla-te que esta merda não é o colégio! Respira, isto é assim!
É assim o caralho é que é...  

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