terça-feira, 22 de dezembro de 2015

E o teu 2015 como foi?


Desde a parte da trabalhadora da construção civil até ao voo final

What a Feeling!

E o teu 2015? Como foi?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Post-it #1

Porque está a chegar o Natal.
Porque muitas vezes me perguntam como é possível eu ser tão desbocada em quase todas as circunstâncias.
Porque sei que as minhas mãos trabalham muito.

Porque não me coíbo de ri, gargalhar e praguejar sem no entanto deixar de dar à mão, dar à perna, dar de mim, dar dos meus.
Porque não rezo mas actuo (não tenho nada contra quem reza e actua, que fique bem claro esta merda, sim?)
Porque quem me conhece sabe que sou destrambelhada, elefante, mas lutadora, por mim e pelos outros.
Porque me identifico com esta expressão.
Porque não ajuízo sem conhecer e porque não admito que me ajuízem sem que estejam ao meu nível.



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

A festa de Natal

Falava há uns dias das festas de Natal da criançada e dos exageros dos paizinhos e mãezinhas e avózinhas e o caralhinho em levar esta celebração ao extremo.
A festa de natal, perdão, de final de período, da minha estrelinha mais nova aconteceu este sábado passado em pleno Fórum daqui da cidade.
Pagamos as fatiotas, os bilhetes dos pais, os bilhetes dos convidados, o estacionamento... enfim, pagamos tudo e mais um par de botas qu'isto de ter filhos em escolinhas xpto sai caro comó caralhinho.
Ouvia uma amiga a falar sobre a festa de Natal da sua filha e fiquei rendida à simplicidade do festejo natalício que me apresentou e que eu tanto queria em contexto escolar para a minha filha também. Algo simples, com partilha de sentimentos e trocas de mimos. Afinal, para mim e para a nossa família, isto sim, representa o Natal.
Mas a minha filha faz parte de um grupo do qual, apesar de não concordar com os festejos exacerbados e sem sentimento direccionado às crianças, eu não a posso excluir. Será o último ano que frequenta esta escola e, como tal, esta festinha foi a última, o que muito me agrada dado o simples facto de não me identificar nem com a preparação exaustiva e levada ao extremo, nem com o publico que presenciou o festejo.
Eu até vou de mente aberta, juro! todos os anos penso, fode-te lá, que as pessoas são diferentes, que este ano não vai haver fofas, que os putos vão estar felizes! Mas todos os anos saio da puta da festa com a sensação de vazio, a praguejar e desejar que esta gente cresça e deixe de viver para os outros e passe a viver para os filhos. A fofalhada está lá toda de alma e coração, no alto dos seus longos cabelos arranjados de forma exímia pela cabeleireira da rua e sapatos de tacão de metro e meio; as avós fofas com o seu célebre cherinho a mofo e a laca dos anos oitenta, com as putas das fatiotas que têm separadas para levar prá cova; os avôs de tromba em riste qual elefante enclausurado; os papás de tablets e iphones e máquinas fotográficas de última geração quais profissionais da bela da fotografia a captar a primeira aparição em público das próximas Ágatas do pedaço. E as crianças.... essas coitadinhas... amorfanhadas em abraços abafados e beijos secos, amparadas por sorrisos direccionados aos convidados com baba a escorrer pelo queixo.... muito bem! estiveste muito bem! estou tão feliz! acertaste tudinho! foste a melhor! estou muito orgulhosa de ti!
Lamentável....
Este tipo de comportamento não é transversal a todos os pais. Felizmente! Mas como tenho uma puta duma pontaria fenomenal, todos os anos alapo o rego do cagueiro ao lado dos maiores cromos da plateia e este ano não foi excepção; a gaja do lado gritava a plenos pulmões: BRRAVO!!!! Maria!!! Maria!! BRRAVO! (a chavala tem 3 anos e tremia em palco ao ouvir o caralho dos gritos histéricos da mãezinha, procurando de forma temerosa a figura parental que a chamava)

À minha, as perguntas da praxe: gostaste? estás feliz?

Vens de carrinho

Quando conheces alguém tão bem ao ponto de lhe adivinhares o próximo passo, isso é?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

E depois pensas: safoda o resto! (até me estou a sair bem)

Não, já não acredita no Pai Natal.
Mas fizémo-la acreditar que, por cada carta verdadeiramente sentida que a "Disney Store" recebesse, daria um presente às crianças menos favorecidas que ela.
E o resultado foi este.
E, a cada dia que passa, eu orgulho-me sempre mais das minhas estrelinhas...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Será da idade?

Alguém te fez mal há muito tempo atrás, 11 anos mais precisamente.
Tens a capacidade de ignorar o mais próximo dos familiares.
Tens a capacidade de não te esqueceres nunca do mal que te fizeram.
Tens a capacidade de simplesmente o esqueceres e não pensar de todo nele.
A internet, mais concretamente o facebook, tem a puta da capacidade de te trazer de volta memórias antigas, fuças de gente que esqueceste.
E de repente vês a pessoa que tão mal te fez e percebes que a vida se encarregou de lhe cravar as marcas das suas maldades no rosto e no corpo. E perdoas.... tu que és a verdadeira puta insensível, a cabra de serviço, a seca sem sentimentos ou mesmo lágrimas... perdoas e surpreendeste com a tua capacidade de dar a volta a mágoas que julgavas inultrapassáveis e sentimentos que julgavas para a vida.
Mas melhor que isto, só mesmo ser interrompida pela tua santa sogra em plena escrita deste desabafo.
Estou bem é a trabalhar, que isto de estar em casa traz más visitas emocionais e presenciais.
Põe-te boa rápido estrelinha, senão ainda perdoo a tua avozinha e aí sim, o Magalhães Lemos tem que abrir uma vaga para mim.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

É Natal ou não é Natal?

O Natal traz-me uma dualidade de sentimentos confusa comó caralho!
Se por um lado, é a altura do ano em que me apetece mais mimar os meus, por outro lado, fico mais sensível chegando mesmo a adiar o festejo, pois é altura do ano em que mais me dói perceber que estes festejos não são transversais a todas as pessoas, principalmente a todas as crianças.
Domingo andava às compras, ou numa tentativa de compras vá, quando me assolou um sentimento de impotência. Parei tudo, não trouxe merda nenhuma. Não preciso de nada, nenhum de nós precisa de merda nenhuma. Vamos embora. Seu'Aranhiço encolhe os ombros e dá-me espaço; sabe que preciso de espaço às vezes; sabe que quando estes repentes me tomam a alma, algo está mal; pergunta uma, pergunta duas, e depois deixa-me respirar em silêncio sabendo sempre que é a ele que retorno quando a maré acalma....
Normalmente só aceito o Natal lá mais para as vésperas. A ver se este ano a coisa vai ser igual, está ainda mais difícil.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mais um nó a dasatar

Todas as pessoas são como são porque têm um passado e vivem um presente escrito por uma série de condicionantes.
Eu sou como sou, louca e destrambelhada, porque tenho um passado e vivo um presente cravado por laivos de amizade de outros loucos destrambelhados que se apresentam à porta de minha casa com um gato!
Um gato? mas que caralho tem um gato de tão importante ou marcante que mereça um apontamento escrito? 
Eu explico: tenho fobia a gatos... Tinha fobia a gatos. Frequento a casa de uns amigos que têm um gato que mais parece uma lontra de tão gordo que é. Desde sempre aquele ser (fofinho, confesso) se roçou nas minhas pernas e sempre lhe fugi (literalmente) de forma não muito aparatosa para não parecer muito mal, deixando escapar uns: sai daqui Tomé, põe-te no caralhinho Tomé, vai-te roçar na tua dona pá, foda-se põe-te a andar ligeirinho; sem nunca lhe conseguir tocar, encostar-lhe um dedo que fosse. 
As minhas piquenas há muito que me imploram por um gato.... há muito que tentava digerir a ideia de ter um gato dentro de casa. Um animal a largar pêlo, a foder-me tudo e a cagar e a mijar para eu limpar (mais um, portanto). Tentei por diversas vezes tocar em gatos, fomos ver vários e tentei pegar-lhes variadíssimas vezes mas todas as tentativas se mostram infrutíferas, sempre! 
Esta (vaga) hipótese marinava lá por casa até que uma louca de uma amiga se apresenta à porta com um gato; para mim; para ficar em minha casa; para eu tratar; para eu tocar. Confesso que o pânico se instalou em mim, que fiquei em êxtase porque lhe toquei, porque lhe peguei, porque não fugi a sete pés e porque as minhas filhas ficaram tão, mas tão felizes (dizem que estava corada, tipo rosa borrachona, mas como não vi, acho que são bocas reaccionárias).
Já lá vão 4 dias e as miúdas ainda o estrafegam de mimos e de colo e ainda limpam os cocós. E eu... bem, eu ainda lhe pego e ainda lhe faço festinhas sem panicar, sem enfartar com a ideia de ter um gato em casa. 
Ainda estou a habituar-me ao novo habitante, ainda salto de susto e blasfemo quando a criatura me aparece de noite na hora da merenda da madrugada, quando se enrosca nas minhas pernas na hora de fazer o jantar e de separar a roupa para lavar, mas começo a habituar-me a ele..... devagarinho.
Quando uma amiga percebe que estás preparada para ultrapassar um obstáculo antes de ti, isto significa que estás bem entregue, que podes escorregar à vontade que alguém estará lá para ti, no matter what!  

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A quente, a ferver e sem correcção (já aviso)

Fazer voluntariado, ser voluntário, não é fofinho, não é vestir uma bata amarela e confortar os doentes, não é ir a um a um lar e fazer  sala aos velhinhos, não é ir a um lar de crianças e fazer festinhas as meninos;  reformulo, (que voltar atrás cansa-me muito...) não é só!
Fazer voluntariado, ser voluntário por uma causa em que se acredita e em que nos envolvemos DE VERDADE, é estar doente e ter assumido um compromisso para ajudar alguém a alombar com sacos e sacos de donativos e Não ligar a avisar que estamos doentes, não ligar a dizer que pela primeira vez em 50 mil anos de trabalho vieste para casa doente, é pensar quessafoda, nem que seja pelos cabelos tenho que ir, não posso deixar que outros o façam sozinhos, não posso! É, no fim de uma semana de trabalho e após te foderem a cabeça com promessas vãs e teres o coração pular de nervos, volveres meio mundo para não falhares com quem te comprometeste, é pedir favores, é aceitar favores, é exigir acessos para quem te ajuda, é subires e desceres lances de 35 escadas vezes sem fim, é ficares com o rego do cu a escorrer de suor, é pensares vou cair para o lado ao mesmo tempo que te dói tanto, mas tanto a barriga ou o estômago ou lá que caralho tens para aqueles lados, é teres que gerir a tua filha que teve que ir contigo porque não arranjaste onde ela ficar, é teres que deixar a criatura comer gomas porque tem fome e tu não trouxeste lanche porque te esqueceste desse pequeno grande filhadaputa de pormenor, é atender o telefone a subir as escadas com sacos pendurados até às orelhas. É emocionares-te com a generosidade alheia, com o altruísmo de quem não te conhece e mesmo assim confiou em ti, na tua palavra, com quem te apoiou no silencio dos seus donativos mas que proporcionou uma puta duma festa estrondosa no teu coração pequenino e que não vale merda nenhuma em comparação com os demais...
Ser voluntário significa trabalhar por vontade própria e sem retribuição em troca, significa trabalhar na sombra tal como os padeiros trabalham de noite para que comamos pão fresco de manhã e os lixeiros que limpam de noite a merda que tantos de nós cagamos durante o dia. É trabalhar, não é pavonear-se à frente dos demais e abanar com a bandeirinha da solidariedade, aquela coisa bonita que cabe em qualquer prateleira mas que não cabe em qualquer coração.
Não tenho bandeiras e estou sempre bem.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Das eleições e da falta de bolas

Ir votar é um direito e um dever que nos assiste enquanto cidadãos livres de um país à beira-mar plantado.
Ir votar implica ter tomates para assumir uma posição relativamente a quem nos governa ou lidera ou outra merda qualquer que lhe queiram chamar.
Ir votar implica assumir uma posição perante a vida que nos permitem ter e perante as expectativas que nos apregoam à boca cheia em tempo de campanha.
Ir votar significa assumir alguma coisa, assumir que sim, que estamos bem ou que não, que pretendemos mudar. Mas significa sempre assumir alguma coisa, e isso não agrada à sociedade, isso não é fino, nem chique, nem agrada a todos, não fosse o efeito manada o mais adequado à sonsice com que a maior parte do povo se identifica e o padrão de vida pelo qual se regem!
Parabenizo os laranjas, os portinhas, os mão-fechadas, os esquerdistas da moda, os comunistas fora de moda e todos os outros com menos expressão, mas parabenizo de forma calorosa, porque sim! porque levantaram o cagueiro do sofá e se deslocaram à escola da sua infância (também é bom ver ojamigos e enfardar umas mines nos tasco do lado), porque se mexeram e não se deixaram ficar sentados à sombra da bananeira à espera que se faça merda para cair em cima de quem governa e de quem lá os pôs (nunca foi ninguém, mas isso é um aparte que agora não interessa nada).
Mais uma vez, a falta de tomates é gritante (tal como com a questão dos refugiados), nada fazem mas do alto da sua bela internet que ainda podem pagar, gritam a plenos pulmões que está tudo mal, que ninguém faz merda nenhuma, que são todos uma cambada de ladrões, que são todos a mesma merda, gatunos dum caralho, mas.... agir que é bom, não é para os reivindicam uma vida melhor alapados no sofá. A esses o meu profundo desprezo, a esses os meus sinceros votos de uma jornada feliz e que os vossos governantes vos fodam bem fodidos pois não mereceis outra coisa, cambada de destomatados sem força para nada e com opinião sobre tudo. Ide comer um valente cagalhão!



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

há dias intermináveis (dasssssse)

A esta hora não consigo articular frases completas, por isso aqui vai a minha lista do continente de hoje (sem pontuação quésta merda a idade pesa sim?)
Fiz 1.200 kilómetros de rigueifa na mão.
Estou a pé há 21 horas
Reuni e parti pedra durante 4 horas seguidas com um grupo de grunhos (5 gajos, c'a minha vida é uma animação)
Confundi uma Senhora que mais tarde estaria presente na reunião com uma utente do lar (só faço merda, eu sei)
Saí com a certeza de dever cumprido, cheia de novos amigos (fofos que só eles) e com 2 contratos assinados (incha pacheco)
O meu patrão devia beijar-me o cagueiro após cada refeição (uma feijoadita de preferência)
Ainda dei uma beijoca de boa noite às minhas estrelinhas
Mas....
Chego à puta da conclusão que a idade me está a pôr crocante, pois doem-me os ojóssos quando me mexo e tenho o cu quadrado de tanta horinha sentada



segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Foi hoje

Hoje foi dia de assumir
Assumir que preciso desesperadamente de dormir
Que a privação de sono me faz encarar o acordar de forma anormalmente infeliz (até ao terceiro café)
Que a privação de sono me faz comer, ou devorar doces, durante a noite mais precisamente à 1:30h, às 3h e entre as 5 e as 6 da manhã, isto ininterruptamente há já alguns anos
Que preciso de um anti-rugas pois a privação de sono tem vindo a acentuar as rugas qual anúncio da 5asec
Que preciso de vitaminas a ver se não ganho calo nos dedos tal a necessidade que tenho em escrever tudo
E assumi
E fodi uma pipa de massa entre vitaminas, soníferos e anti-rugas

Confissão#3

A minha filha caga nas cuecas....

Toca o telefone, é da escola da mais nova (o coração imediatamente esbarra no peito tal a força com que bate)
- Sim, Mãe?
- Sim!!!
- Está tudo bem com a Pequenina, não se preocupe
- (foda-se!!!!!) ai ainda bem
- estou a ligar porque ela pediu para ir à casa de banho e enquanto perguntávamos se mais alguém queria ir, ela apertou tanto que fez um bocadinho de cocó na cuequita...
- (cagou-se portanto) ohhh tadinha
- trocamos as cuecas mas ela não tem calção na mochila e os que tem vestidos cheiram um bocadinho mal (a merda portanto)
- dêm-lhe uns novos que passo aí a pagar à hora do almoço
....................

conclusão,
a minha filha caga na cuecas porque aperta o cocó até à última, retardando a ida à retrete que tanto tempo lhe toma, tal é a ânsia de brincar (não passou a puta da tarde de ontem com tooddoooosss estes chavalos não! sou eu a sonhar!)



Ainda sobre o fim de semana

Ontem, após mais um fim de semana estonteante de bom, ele é saídas constantes para aniversários e eventos de criançada e muita merda do género, olhei para a agenda das próximas semanas e avisei, após muita ponderação, as tropas lá de casa que se acabaram as festas dos amigos ao fim de semana. Exceptuando o próximo sábado em que um pitufo do coração festeja o seu aniversário, não haverá mais saídas para festas ao fim de semana. Precisamos de estar em família, preciso de passar tempo com as miúdas, com o gajo e com o meu sofá!
Terminou! Elas estão com as amigas e amigos toda a semana, o fim de semana passará a ser nosso e dos que precisam de nós.
Corro entre idas e vindas e tudo o que há para fazer em casa e com a sensação de que o fim de semana nunca é aproveitado para estarmos a sós, para podermos sentar o rabo no chão e brincar a 4, para fazermos todas as parvoíces que costumávamos fazer.
À medida que a vida social das princesas avança, a nossa vida familiar perde qualidade e isso não pode de forma alguma acontecer.
A nossa rotina semanal não nos permite passar quase tempo nenhum uns com os outros de forma tranquila. Ora uma tem escola, ora algum de nós tem trabalho extra ora são as actividades nos impedem de jantar juntos. Esta loucura semanal é uma opção mas obriga a cedências de todos de forma a não sairmos prejudicados enquanto família. Elas foram esclarecidas e apesar de torcerem o nariz porque festas são sempre festas e pagode é sempre bem-vindo, concordaram com esta mudança de rumo, pois a vida é feita de cedências e elas têm que perceber que nem sempre podemos ter tudo quanto desejamos e optar, faz parte de crescer.

domingo, 27 de setembro de 2015

Eu adooooro o fim de semana


Quéssedezer... é bom, porque saímos da casota semanal, e mudámo-nos para OUTRA casota; e limpámos e lavámos, e arrumámos e tantas outras merdas terminadas em ámos...
Pena é quando temos uma estrelinha sempre insatisfeita, que nos moí o juízo porque está frio, porque está calor, porque não vamos sair, porque quer ir para casa pois está cansada.... enfim, dispõe de uma panóplia de queixas em constante renovação, pois precisa de diversificar a forma como fode o juizo à sua bela mãezinha.
Já disse que adoro o fim de semana?


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ouvido por aí #3


" Não se esqueçam de valorizar quem vos faz sorrir"

Beijinho às tachas arreganhadas da minha vida

É... bareia consoante o tone que caga as leis


Minharicas filhas podeis calinar no Prétugês à vontadinha.

Soubesse eu disto e escusava de ter passado estes anos todos a dizer: não é "bento", é Vento!




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

É Grátis! Aproveitem que estou uma mãos largas

Uma para DOAÇÃO em óptimo estado de funcionamento mas com muletas (que eu sou uma gaja séria e não estou para me emocionar com a venda e ter que mamar com ela de volta)

Minha sogra e suas partners


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Definitivamente sou contra esta merda

Recebi uma circular da escola da minha filha mais nova (5 anos) onde se indica aos paizinhos a adopção de 3 manuais a utilizar a partir do mês de Outubro na hora do "aprender mais", assim lhe chamam.
A hora do "aprender mais" tem como intuito a preparação da criança para o  inicio do seu percurso escolar de forma a que esta se familiarize com a nova postura a adoptar na sala de aula e bem assim se prepare para as vivências novas que aí se avizinham (ainda falta um ano, muito tempo na minha óptica, mas o meu calendário é muito mais lento que o dos outros).
Este assunto não é novo para mim, pois já é a segunda estrelinha a frequentar aquela escola, com métodos que não me são de todo desconhecidos portanto.
Apesar de ser repetente nesta matéria continuo a achar esta merda completamente descabida e já fiz passar esta mensagem a quem de direito. Os putos são putos! Ainda são putos. Querem ser putos e eu quero que a minha se mantenha.... miuda, chavala. Não está (ainda) na primária. Não tem que sentar uma ou duas horas por semana numa "simulação" de sala de aula. Foda-se! A chavala tem 5 anos, não tem 6! No próximo ano sim. Aí tem que aprender uma série de merdas novas e posturas e tudo quanto querem já, de forma antecipada, incutir aos miúdos.
Está na moda os chavalos entrarem na escola a saber ler e escrever e o caralho. Todos têm que ser grandes crânios já à entrada na primária (ou 1º ciclo, quisto agora é tudo diferente)
Eu não sabia merda nenhuma e não foi por isso que dei menos que os outros; não que tenha saído grande merda desta fornada, é um facto, mas pelo menos não sou frustrada; brinquei, esfarrapei-me e estudei; mas só na altura certa. A minha ama não me punha a "fazer" as letras, punha-me a comer azeitonas com sal grosso, cebola e vinagre!
Deixem os putos ser putos! Brincar, foder tudo em casa, foder a tola aos velhotes e às professoras e deixem-nos BRINCAR! 
Deixai os putos em paz foda-se!