sexta-feira, 19 de junho de 2015

do trabalho#2

Conselho de uma tola:
Vestinde interiores monocromáticos, pois nunca se sabe quando ides ter que vos agachar de costas para aguém para apanhar uma merda de uma folha que tenha derrapado para debaixo da impressora...
(just saying)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

do trabalho#1

O que mais me custa aqui no trabalho é ter que ir cagar. É que no decorrer deste acto tão natural quanto respirar, ouço as merdas que a minha rica cómoda diz ao telefone. Sim, as paredes são extra-finas.
Isto preocupa-me muito mais do que os sons que o meu belo rabo possa fazer durante o acto. Apetece-me cortar os pulsos - não os meus.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Sobre o post anterior e para que conste da sua absoluta veracidade

A minha santa mãezinha tirou a carta de condução muito tarde, já um 'cadito fora de prazo portanto, ela e a carta.
Passa-se que a santa Senhora nunca foi exímia condutora, nem mediana, a bem da verdade.
Assim sendo passo a relatar a conversa que tivemos via telefone, durante a qual tomei conhecimento de mais uma das suas proezas automobilísticas:
- Sim mãe, então? que contas?
- olha, contar não conto nada, mas acabou de me acontecer uma cena!!
- então já vais contar alguma coisinha, certo, ó tótó?
- É. Sabes, fui ao Via Catarina àquela loja que gosto muito, sabes? de roupa? àquela?
- Sei lá mãe ou o caralho qual é puta da loja de roupa, foda-se tu achas que eu sei?
- Uóó.... sabes sim! mas pronto agora não interessa. Cheguei ao parque de estacionamento e apanhei uma bicha por lá acima, fogo! nem te passa (sim, cá na terra diz-se bicha e não fila) mas pronto, lá fui atrás dos murcões que eram praí uns 10 à minha frente e passaram todos por um lugarzinho mesmo mesmo ali à maneira à nossa espera e pensei, burros pá, olha a passarem todos por esta vaga e nenhum a vê. E pimba, meti lá o carro - nesta fase comecei a recear pelo desenrolar da história, sendo que nunca pensei que santa mamã tal merda fizesse. Por acaso, só por acaso cheguei à loja e a menina que me tinha atendido não estava e a ancomenda ainda não tinha chegado e resolvi vir-me embora. Demorei p'raí uns 15 minutos.
- Sim mãe, e qual foi a cagada que fizeste? estacionaste à porta do elevador, não?
- Não! Espera! Saí do elevador e vi um montão de gente assim ao fundo. Não liguei muito porque estavam afastados do meu carro. Quando carreguei no comando para abrir as portas, saiu do meio daquela gente um segurança que se virou para mim e disse:
Seg.- Ó MINHA SINHORA!!!!
-Sim? Diga?
Seg- A Sinhora tem noção do que fez?
- IEUU??? O Quê?
Seg- Atão a Sinhora num bê que tem o carro mal estacionado?
- Mal estacionado porquê?
Seg- Atão a Sinhora num bê quésta merda é a saída do Parque? Quisto é a rampa de saída? Eu tenho prái 50 carros a dar a volta para saírem no piso de baixo porque a senhora bloqueou a saída! Ò MINHA SINHORA PLAMOR DA SANTA!
- Ó Mãe, foda-se! tu és um cromo! a sério! e que lhe disseste?
- Olha, eu disse-lhe: sabe, realmente eu estranhei que dos carros que iam à minha frente nenhum ter estacionado aqui, mas pensei que não tivessem visto a vaga...
Seg- Ó, ó minha sinhora, tire lá o carro ca policia está a caminho, ó, ó!

A acrescer a isto só mesmo o facto de durante as subidas em vez de reduzir, se abane para frente e para trás qual  cão vaidoso nas chapeleiras dos carros dos berdadeiros tones enquanto o carro perde força...
E mais não digo, é uma artista portuguesa ao bolante.

verídico

a minha mãe a estacionar, só que na saída de um shopping...



segunda-feira, 15 de junho de 2015

that didn't hurt

Estou na cozinha a arrumar a loiça depois do jantar
Lá dentro, na sala, fora do meu alcance visual, ouve-se constantemente algo a cair ao chão, comando de televisão ou telemóvel, quem sabe.
A cada queda ruidosa a cria mais nova responde com um: não foi nada mamã!
5 ou 6 vezes depois, só me vem à ideia isto:

ISTO

just thinking

domingo, 14 de junho de 2015

Pobre é pobre e isto é um post sobre festa de pobre

Este fim de semana foi diferente.
2 espectáculos de ballet... não eu! sim danço, mas mais tipo tábua de passar a ferro, logo ninguém me convidaria para actuar.
Sábado levamos connosco um casal com 2 crias macho. Espantar-vos-a dizer que ambos adormeceram? pois, calculo que não, um deles até a dormir bateu palmas com a restante plateia, qual zombie em demanda pelo doce final.
Hoje levamos os avozinhos.... o meu pai é o típico homem de trabalho que nunca acompanhou os filhos a merda nenhuma. Se bem que eu nunca fui talhada para nada além de andar à porrada e que no meu tempo festas de finalistas só existiam quando se era finalista na faculdade, diga-se que o senhor nunca teve em bom rigor merda nenhuma para acompanhar excepto as reuniões na escola (às quais deixou de ir cedo de mais). Ora lá chegaram os avozinhos todos felizes e contentes quando se me deu assim um flash sobre o estado em que ficou no ultimo espectáculo a sério - há cerca de 4 anos atrás. Burra que sou, assim de repente ocorreu-me o porquê de não o ter convidado para a última festa de natal da escola. Ahhhh pois! eles são umas pessoas muito fofas, nunca gostam de merda nenhuma e tudo tem defeitos; ou porque está muito calor e a escola é tão pobre que não consegue salas com AC em condições, ou porque o abafado lhe causa umas dores de cabeça terríveis que fica que não pode, qual Lili Canecas nos calores da menopausa, ou porque a directora fala tempo demais... enfim! uma panóplia de merda que me cansa a beleza e me faz mandá-lo comer um cagalhão assim que fervo (muitas vezes, portanto). Por estas merdas todas achei que o dinheiro dos bilhetes da festa de natal era mais bem empreguem em mim e assim foi.
Mas, destrambelhada e desligada como sou, desta feita esqueci-me desse pormenor e fodi-me assim redondamente. Ao intervalo já suava e na fumaça do cigarrito perguntei-lhe assim com cara de desafia soco a ver se ele me tinha respeito: então??? desta vez estás a gostar?
Asno gordo, estivesses tu caladinha que não te tinhas enervado - está um bocadinho melhor que no ano passado.
-Pai, não há espetaculo há 4 anos!
-Sim, isso
- Foda-se tu nunca gostas de nada caralho! atão as miudas não estão a dançar bem? foda-se!
- As miudas até estão, as pequeninas, agora as porfessora é que não percebo porque têm sempre que entrar - com o seu ar de doutorado em quebra nozes e lago dos cisnes e merdas similares, tipo como se estivesse a dizer uma graaannnde merda.
- professoras? onde é que viste as professoras? Só para que conste, a mais velha em palco irá este ano para a faculdade, isto demonstra cabalmente a acuidade visual do meu pai.
Iniciou a segunda parte a abranar-se freneticamente de programa em punho, qual jornal de ontem pronto para limpar uns vidrinhos.
Respirei fundo e pensei: fode-te. e tu Aranhiça, aprende a ser governada e não desperdiçar euros assim à toa.
Para terminar em beleza, emocionada que estava, no final decidi levantar-me para aplaudir efusivamente de lágrima no olho. Escusado será dizer que este belo elefante que vos escreve, ao sentar-se esqueceu-se que as  cadeiras são de alavanca e esbardalhou o seu belo cuzinho no chão, não sem antes e numa vã tentativa de se segurar ter posto a mão em local incerto de um desconhecido sentado a meu lado.
E prontess, pobre é assim.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Mesmo aqui "à beira"

À hora do almoço levei um murro no estômago.
A cria mais velha deixou escapar um desabafo vindo do nada que me abananou...
Sabes? A Antonieta (chamemos-lhe assim) disse-me que o Pai bate na Mãe - assim de chofre, sem aviso prévio, sem sirene a avisar que o fumo iria trazer consigo o fogo...
Fiquei atónita, de boca aberta qual morcona da terrinha a mirar o mar ao vivo e a cores pela primeira vez.... não respondi, não consegui.
Ela respirou e continuou depois de olhar bem fundo os meus olhos: e às vezes também lhe bate a ela - falava num tom doce e baixo, muito baixo, quase que a pedir-me desculpa pelo que me estava a contar.
Durante uns cinco segundos que me pareceram uma hora fiquei muda. E agora? o que digo a esta criança quando nem eu sei o que pensar? tenho que lhe dizer alguma coisa caralho!
Inspira e vai: sabes filha, às vezes os crescidos fazem coisas parvas....
Não mãe, não sei nem consigo perceber; desculpa mas isto não tem perdão! como é possível? bater?  eu nunca o vi chateado com os filhos! parece que está tudo bem e agora é isto? - agora sim, a sua voz estava marcada pela revolta que lhe fazia doer o coração como me disse.
Pois.... nem sei muito bem o que te diga assim de repente, a não ser que... há coisas inexplicáveis que algumas pessoas fazem e que são isso mesmo, inexplicáveis.
Ficas a saber que se ela algum dia precisar eu lhe vou dizer para vir morar cá em casa! e não te adianta dizer que não queres a casa constantemente infestada de mijonas histéricas! Certo? Certo mãe??
Mesmo aqui "à beira", na casa de quem conhecemos, mas que afinal desconhecemos por completo, há um caso de violência.... que me revolta as tripas e que me faz equacionar muita merda num passado recente e num presente imperceptível aos meus olhos ora cegos.
Estou em regurgitação sobre esta merda e não consigo descansar a minha alma.



A reportagem da SIC sobre "O parto"

Não fiquei nada nervosa. Passados poucos minutos resolvi aceder a ver a violeta...
Como acho que não sou menos mãe e que para mim foi o melhor pois estava prestes a ir às trombas à médica, disse alto e bom som:
- Vão comer um cagalhão pá!


terça-feira, 9 de junho de 2015

QUIE'ISTO SINHORES???

este triste pardieiro sempre esteve praqui sugadinho desde o início...

agora tem visualizações :P

vêm quase todas de algo quadripolar... escrito por uma Ursa... será algum sinal da minha personalidade excessivamente agressiva e destrambelhada?

estou em pânico

não sei se escreva ou se fuja

Momento Uau...

Assim não brinco pá!


domingo, 31 de maio de 2015

Dos dias bons

Ontem foi um dia bom, diria quase que delicioso.

Conheci gente bonita - a meu sentir,  pessoas bonitas são pessoas de boas tripas, desempoeiradas, sem sorrisos amarelados.
Conheci gente que cheira-me vai ficar por cá, por esta casa tão esquisita que é a minha vidinha...

Dizem que ressonei esta noite - boato falso, a meu ver

Até já

Respira

Quem tem filhos, sabe do que falo
Quando se lhes prega o tau no plural é a puta da loucura...
Enquanto uma grita, outra berra (que é quase a mesma merda, muda o tom) porque a primeira está a chorar e não se ouve o que a segunda estava a pedir, inicialmente já em tom de voz elevado (sim, as minhas estrelinhas são assim pró surdo), agora de forma estridente porque a mana não me deixa falar e está a chorar e eu agora também choro e vou chorar sempre até ela se calar.... fffffff
respira, não não é inspira e expira... é mesmo RESPIRA (pra não te ires a elas)

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Do I?


Exaurida, é giro não é?

Nem sei se esta merda se escreve assim, mas também não vou ao dicionário que me cansa.
Andas a mil,
tens mil e uma merda em que pensar ao mesmo tempo,
tentas escrever este triste post umas milhentas vezes
não tens tempo parra arrear o calhau
passas à porta do café e encontras alguém que já lá está desde o inicio da tarde; sabes aquele inicio de tarde em que tu vais trabalhar? esse mesmo!
e recebes um oláá, tudo bem? ao que respondes com um seco sim, e contigo também?
ai estou exaurida!!!! acenas da forma menos amarela possível e pensas: vai comer um cagalhão pá!
agora até eu fiquei exaurida.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Dessem-me outro passado e não seria assim certamente #3 (em rascunho desde o natal passado)

À mesa, ao jantar:
- Já viste! antigamente éramos tantos (a propósito do natal)
- Pois éramos! mas acho que estamos bem melhor agora!
- Estar melhor estamos, mas com muita gente era diferente...
(minha resposta chocante) - pois acho que era uma valente merda! prefiro estar sozinha, a ter gente falsa à minha volta. Agradeço o facto de a vida nos ir colocando barreiras que para serem ultrapassadas nos obriguem a separar a merda do papel higiénico - sabes quando limpas o cu após uma valente diarreia e a merda se espalha pelo papel e pelos dedos? Pensa assim: limpaste o cú e a merda ficou no papel! dedos limpinhos Mãe! Limpinhos!

Estou viva

Confrontaram-me com a pergunta:
- qual é o teu blogue?
- foda-se! está morto pá.
- anda lá, deixa-te de paneleirices. Vá, foda-se diz lá parva!

Lembrei-me que este pardieiro ainda existe e prontes, voltei.
A ver se é desta que fico e que mudo aquela bonequinha pipi que está na capa pois estava bêbada quando a escolhi...

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Estou-me a grizar como uma louca!

Aqui no estaminé, está a decorrer uma formação com as "gaijas" do escritório...
Estão neste momento a fazer simulações de atendimento telefónico em diferentes contextos.
Opá, a sério!!! Quésta merda????
Estão a achar uma piada do caralho, mas deviam rir-se era das suas fragilidades - e são taaaannntas caralho!
Quando a formadora sair, vem pálida certamente; no intervalo já cá esteve a vomitar e não foi nada bom!
Esta avaliação de desempenho vai ser um must!!!

Eu não devia estar a achar piada nenhuma; Deveria estar preocupada, mas juntamente com a vergonha que estou a sentir neste preciso momento, sinto também uma vontade enorme de lhes dar um par de bofetadas nas trombas e desatar às gargalhadas de seguida...

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

nem consigo encontrar um titulo para esta merda

- Ah!! vendeste o carro?
- Sim.
- E agora, andas de quê?
- Olha, de burro!!
- Oh! A sério, diz lá
- Com o outro
- E vais comprar algum?
- Sim! Um vdgjslmf
- Não acredito!!!! Sério???
- Siiimmmm
- Se comprares também compro um....
...
...
...
- E se eu cagar e comer, tu também cagas e comes? vai-te foder pá!





e a merda do acordo ortografico continua