quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Até lá

A sede de uma resposta, mói mais do que um facto concreto, que um "menino nos braços"...
E até lá, o coração pula e eu não consigo ficar indiferente a quem precisa de um ombro, não consigo desligar-me dos outros, não consigo que os sentimentos não me absorvam a alma, não sou capaz de me abstrair da dor dos outros.
Julgo que, quando chegar a minha vez estarei incólume ao sofrimento da incerteza, tomá-lo-éi como certo de inicio, e assim  será mais fácil de (di)gerir...
Até lá, sofro por não conseguir apaziguar almas em sofrimento, sofro porque me projecto na dor alheia e congemino a mil à hora a tentar descobrir formas de minimizar o desnorte porque estão a passar e falo.... falo muito... falo demasiado... quase como que, se ao ouvir-me se esqueçam por minutos, como se fosse possível esquecerem-se do medo que estão a sentir, por terem o tico e teco ocupados comigo... lorpa que sou!
Compro guerras por ser desbocada, por não ter filtro, quer de saída, quer de entrada

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