Ontem, a fumar um cigarrito à porta, vi 2 gajas a chegarem a casa às 8 da noite acabadinhas de sair do seu treino. Não que seja cusca, mas se as merdas me batem nos olhinhos não posso fazer de conta que não vejo, certo?
Ora, por instantes deu-me assim uma puta de uma saudade do tempo em que tinha tempo. Tempo para mim, para as minhas coisas, para não pensar em nada, simplesmente para existir, para estar.
Mas logo tive que apagar o cigarro a voar pois a mais nova esbardalhou-se no chão e fodeu uma gancheta e aqui o 112 de serviço teve que acudir aquela alminha em apuros!
Depois pronto, nunca mais me lembrei da falta de tempo porque não tive tempo para isso.
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Podem botar faladura à vontade (mas não à vontadinha ok?)