quarta-feira, 22 de maio de 2013

Por muito que tente... não consigo disfarçar.
Há pessoas sobre as quais recai amargura tal que, por muito tempo que passe (que dizem que tudo cura), simplesmente não consigo sequer encarar. Isto não é nada bom; não permitir que o tempo apague certas passagens da nossa vida faz mal à alma, mas... eu vivo demais, sinto demais, amo e odeio demais.  Reconheço a minha incapacidade de perdoar e sei que isto me trará amarguras futuras. Julguei aqui há uns anos que era um sentimento típico de pita, de cachopa, que atenuaria com o passar do tempo. Aos quase 40 começo a pensar que é defeito. Que terei de me habituar à ideia que sou assim, encarar este sentimento e tentar viver com ele o melhor que conseguir.  

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